Saturday, June 06, 2009

What's the difference?


Quais são as semelhanças? Ou será....Quais são as diferenças?
Exitem na terra recursos suficientes para alimentar toda a população do mundo. No entanto esses recursos estão restritos a algumas áreas e pessoas. Todos andamos atrás do mesmo, e no final, a nossa preocupação fundamental é a sobrevivência: a alimentação, porque não se pode conquistar o mundo de estômago vazio.
Mas somos mesmo a espécie mais bem sucedida?
Corremos atrás...
Descobrimos
Exploramos
Experimentamos
Inventamos
Implementamos e....
Globalizamos
Sempre e sempre mais. É um desejo insaciável!
O génio humano não pára de surpreender, mas a conquista não se faz sem sacrifícios. Não pode falar-se em excedente quando existe fome,
Não pode falar-se em abundância quando há exploração excessiva
e Não pode haver regras quando existem excepções.

Friday, April 24, 2009

Sunscreen

Tudo isto é Nietzsche - Para além do bem e do mal

“(…)uma ambição metafísica em manter uma posição desesperada, pode de facto desempenhar um papel e por fim preferir uma mão cheia de “certeza” a um carregamento de belas possibilidades; podem mesmo existir fanáticos puritanos de consciência que prefeririam deitar-se e morrer por um nada certo do que por algo incerto.”
“ O facto essencial sobre eles não é quererem voltar atrás, mas quererem libertar-se. Um pouco mais de força, de elevação, de coragem, de capacidade artística e quereriam sim elevar-se e afastar-se – e não voltar atrás!”

“A vontade parece-me ser acima de tudo uma coisa complicada"

“Escolham a boa solidão, a leviandade livre, a solidão fácil que vos dá, também a vós o direito de, em certo sentido, permanecer bons!”

“É difícil ser compreendido: especialmente quando se pensa e se vive entre homens que pensam e vivem de outro modo (…) No entanto, no que se refere aos nosso bons amigos, que são sempre demasiado indolentes para pensar, porque como nossos amigos têm o direito a indolência: far-se-á bem em dar-lhes logo a partida algum espaço e latitude para mal entendidos – assim poderemos rir a sua custa; ou corremos de todo com eles, com estes bons amigos – e também nos rirmos!”

“Aventura-se num labirinto, multiplica por mil os perigos que a vida como tal já trás consigo, dos quais não é o menor o facto de ninguém poder ver como e onde é que ele se perdeu, está isolado dos outros e é feito em pedaços por um qualquer Minotauro de caverna da consciência. Se um destes seres for destruído, isso ocorre tão longe da compreensão dos homens que estes nem o sentem nem o lamentam – e ele já não pode regressar! Já não pode regressar sequer a piedade dos homens!”

“Na nossa juventude respeitamos e desprezamos sem aquela arte de nuance que constitui a melhor coisa que obtemos da vida e, como não deixa de ser justo, que temos que pagar bem caro por termos assim assediado homens e coisas com sim e não.” Está tudo de tal forma regulado que o pior de todos os gostos, o gosto pelo incondicional, é cruelmente abusado e ridicularizado até que um homem aprenda a introduzir um pouco de arte nos seus sentimentos e até se aventure a experimentar o artificial; como os verdadeiros artistas da vida fazem. A ira e a reverência características da juventude parece não lhes permitir a paz até terem falsificado homens e coisas de tal forma que possam dar vazão a si próprios através deles - a juventude enquanto tal é algo que falsifica e engana. Mais tarde, quando a alma jovem, atormentada, por decepções, se volta finalmente para si própria com suspeita, ainda ardente e selvagem mesmo na sua suspeita e nos seus remorsos: que irada está agora consigo própria, como se vira impacientemente contra si mesma, como se vinga do longo tempo em que se enganou a si própria, como se se tivesse cegado a si própria deliberadamente! Durante esta transição uma pessoa pune-se não confiando nos seus próprios instintos; tortura o seu entusiasmo com dúvidas, na realidade, uma pessoa sente que até uma boa consciência está em perigo, como se uma boa consciência fosse um biombo e um sinal de que a subtil honestidade dessa pessoa se cansou; e acima de tudo, uma pessoa toma partido, toma partido por princípio contra a juventude. – Uma década depois: uma pessoa apercebe-se de que tudo aquilo foi demasiado – ainda era juventude!”

“Um tal homem escondido, que instintivamente usa a fala como silencio e ocultamento e é incasável a evitar a comunicação, quer que uma mascara de si próprio ocupe o coração e a cabeça dos seus amigos em vez dele próprio e assegura-se de que assim é; e supondo que ele não o quer, um dia verificará que a máscara está lá não obstante - e que isso é uma coisa boa. Todos os espíritos profundos precisam de uma mascara em torno de cada espírito profundo, graças ao constantemente falso, ou seja, à interpretação superficial de cada palavra que profere, a cada passo seu, a cada sinal de vida que dá.”

“Há que nos testarmos a nos próprios para saber se estamos aptos à independência e ao comando; e temos que o fazer na altura certa. Não devemos evitar estes testes a nós próprios, muito embora sejam talvez o jogo mais perigoso que se possa jogar e finalmente são testes que são feitos perante nos próprios e perante nenhum outro juiz. (…) Uma pessoa tem de saber como se preservar: o teste mais duro da independência.”

“Há que nos livrarmos do mau gosto de querermos estar de acordo com muitos. O bem já não é bem quando o vizinho o tem na boca. E como é que podia existir um bem comum! Expressão contradiz-se a si própria: o que pode ser comum não pode senão ter pouco valor. Acaba por ter de ser como é e como tem sempre sido: as grandes coisas são para os grandes, os abismos para os profundos, os estremecimentos e delicadezas para os refinados, e em suma, todas as coisas raras para os raros.”

“Oh meio dia de vida! Oh festival! Oh jardim de Verão! Aguardo em inquieto êxtase, aqui estou, atento, à espera – onde estão amigos? É a vós que espero, a postos dia e noite. Venham agora! É altura de cá estarem! Não foi por ti que hoje o glaciar trocou o cinzento por rosa? O riacho procura-te; e o vento e a nuvem erguem-se mais alto no azul, elevam-se ansiosos a tua procura. Para ti preparei a minha mesa nas mais elevadas alturas – quem vive tão perto das estrelas como eu, ou tão perto das profundezas do abismo? O meu império – alguma vez um império foi tão extenso? E o meu mel – quem é que provou a sua doçura?
Aí estão, amigos! – mas, ai de mim, não sou eu quem vieste visitar? Hesitam, olham fixamente – não, zanguei-vos antes! Já não sou – eu? A mão, o passo, o rosto, transformaram-se? E o que sou, para vós, amigos – não sou?
Serei eu outro? Um estranho para mim próprio? Saído de mim próprio? Um lutador que se submeteu demasiadas vezes? Que virou a sua própria força contra si próprio demasiadas vezes, travado e ferido pela sua própria vitoria?
Procurei eu onde o vento mais violentamente sopra, aprendi eu viver onde ninguém vive, no deserto onde apenas vive o urso polar, terei desaprendido a orar e praguejar, desaprendido homem e adeus, terei-me-ei tornado um fantasma esvoaçando pelos glaciares?
- oh amigos! Como estão pálidos, como estão cheios de amor e de terror! Não – vão! Não estejam zangados! Aqui – vocês não podiam estar em casa: aqui neste domínio longínquo de gelo e rochas – aqui têm de ser um caçador e como a cabra alpina.
Um caçador mau, foi isso que me tornei! – vejam como o meu arco está vergado! Aquele que vergou esse arco era certamente o mais poderoso dos homens: - mas a seta, - ah, nenhuma seta é tão perigosa como essa seta é perigosa – vão
! vão-se embora! Para vossa própria preservação!
Viram costas? – Oh coração, aguentaste bem, as tuas esperanças mantiveram-se fortes: agora mantém a tua porta aberta a novos amigos! Deixa os velhos partirem! Deixa as memorias partirem! Se outrora eras jovem, agora – és mais jovem!
Aquilo que um dia nos uniu, o laço de uma esperança – quem consegue ainda ler os sinais que o amor outrora aí escreveu, agora ténues e apagados? É como um pergaminho – descolorido, queimado – do qual a mão se retrai.
Já não amigos, mas – o que lhes hei-de chamar? São fantasmas de amigos que à noite batem ao meu coração e à minha janela, que me olham e dizem: - fomos outrora amigos? – oh mundo murcho, outrora fragrante como a rosa!
Oh, que anseio pela juventude, que não se conheceu a si própria! Aqueles por quem eu anseio, aqueles que eu julguei transformados em meus familiares – terem envelhecido foi o que os baniu: apenas aquele que se transforma continua meu familiar.
Oh meio dia de vida! Oh segunda juventude! Oh jardim e Verão! Aguardo em êxtase, estou atento, à espera – são amigos quem eu aguardo, apostos, dia e noite, novos amigos. Venham agora! É altura de cá estarem!
Esta canção terminou – o doce grito do desejo morreu nos lábios: foi um mago que o fez, o amigo oportuno, o amigo do meio dia – não! Não perguntes quem é – aconteceu ao meio dia, ao meio dia um tornou-se dois…
Agora juntos certos da vitoria, celebramos a festa das festas: o amigo Zaratustra chegou, o convidado dos convidados! Agora o mundo ri, a cortina do temos está rasgada, chegou o dia do casamento para a luz e a escuridão…”

Wednesday, December 17, 2008

Mosaic Project

http://www.mosaic-project.com/start.html

Saturday, September 20, 2008

One Art - Elizabeth Bishop

The art of losing isn't hard to master;
so many things seem filled with the intent
to be lost that their loss is no disaster.

Lose something every day. Accept the fluster
of lost door keys, the hour badly spent.
The art of losing isn't hard to master.

Then practice losing farther, losing faster:
places, and names, and where it was you meant
to travel. None of these will bring disaster.

I lost my mother's watch. And look! my last, or
next-to-last, of three loved houses went.
The art of losing isn't hard to master.

I lost two cities, lovely ones. And, vaster,
some realms I owned, two rivers, a continent.
I miss them, but it wasn't a disaster.


--Even losing you (the joking voice, a gesture
I love) I shan't have lied. It's evident
the art of losing's not too hard to master
though it may look like (Write it!) like disaster.

Gotye

Saturday, August 09, 2008

Como se não estivesse a chover...

- Ao menos diz-me o que estás aqui a fazer!!!
- A morrer devagarinho!
- Não estamos todos?
O que procuras tanto?
O que faz com que te esgotes tanto?
- Tenho esta atracção pelo abismo. Apetece-me sempre pisar o risco e tentar a sorte…
Há um muro entre mim e os outros, o meu único egoismo é afastar-me dos outros. Não acompanhar ninguem! Talvez a vida não faça sentido, talvez seja mesmo assim!
- Isso não te assusta?
- Não, apazigua-me!

Que saudade das noites quentes em que nos estendiamos sobre uma manta no soalho.
Porque é que saiste tao derrepente da minha vida?
Só queria saber qual é a tua versao das coisas.
Tenho demasiados destroços à deriva…não vejo bem entre eles.
O que mais temos na nossa vida são conversas adiadas, mal entendidos.
Apetece-me tanto chamar-te às vezes.. Mas não saberia o que dizer!! Não saberia por onde começar.
És um vampiro que suga o sangue todo, até não exisitir folego, e depois vais dormir, como se nada tivesse acontecido…
Tenho apenas uma certeza. Tenho de me ir embora daqui. Tomar um desvio decisivo.

sei que vou daqui para o Brasil numa fotografia...
Será que chega?

Passa-se tanto naquilo que não se passa. Acontece tanto no silencio e na ausencia de palavras. A intensidade com que se vivem certos silencios e que cortam até ao mais profundo de nós, a angustia de ser privado do mais basico sentimento. Como é estranho em mim o fim...
…Um dia pediste-me que esperasse, e depois só ouvi sinal de interrompido!

Vou dormir. Absorver o mal estar que se instala em mim. Recuperar a lucidez, Recuperar a humilhação, recuperar o ego ferido, das pavras que ouvi…
Porque não é de ti que eu me lembro,é daquilo que disseste, porque não me deste sequer a oportunidade de refutar…

Friday, August 01, 2008

Monday, July 14, 2008

vanilla adaptation




"She's gorgeous, smiling—the perfect front. But watch her just an extra beat and you'll see that flicker of sadness that just breaks your heart.' The saddest girl to ever hold a martini.'"

Sunday, June 22, 2008

Mulher em branco

“- Isto para ser sincero, ela não sabe quem é ao certo, quanto mais o que lhe aconteceu. O melhor a fazer, aliás, a única coisa a fazer, é permanecermos atentos, dar-lhe atenção, fazer com que não se confunda muito mais. É difícil, é duro, mas é para isso que são os amigos. Os amigos, os amigos, de que não fazes definitivamente parte, porque foste, és, foste outra coisa sem dúvida, que resta em vós dos que foram, agarra-te a isso, como explicares que um dia já não querias fazer a mesma viagem no mesmo barco, quiseste procurar outra distância e outra luz, ainda que tenhas sido tanto, tanto para ela, não só um amigo, que foste, queres acreditar, foste mais, mas não sabes hoje o quê, limitas-te a saber, sem qualquer álibi que te justifique, que por vezes nos acontece outra luz, outro barco, outra deriva, e passamos a ver de longe o mesmo corpo, o mesmo corpo que um dia quiseste tanto e já não queres, como explicar-lhes, pedir-lhes que não apontem para ti, que não te acusem quando não sabem o que é, como explicares que um dia o amor, ou o que julgamos ser o amor, apaga-se, evapora-se, dilui-se, assim como a cabeça dela, como a cabeça dela pelos vistos se fechou de repente, também o amor, pudesse entender isto.”
“às vezes cometemos erros através de erros atrás de erros porque não aceitamos que o encanto terminou, que ficou só terra queimada, não temos já maneira de segurar.”

Saturday, June 07, 2008

Saturday, May 31, 2008

"There is no place like home, there is no place like home"

Tive na mira do destino errado, num lugar em que a realidade é comandada pela marcha.
Tive a eternidade estampada no rosto e nao pude tocar-lhe, estender-lhe a mão. Sou alvo de uma expropriação forçada, a ter de aceitar uma decisão que me prende os movimentos, que me limita a voz, que me tolda o discernimento.
Só existem dias crueis e noites frias aqui dentro! Nada mais do que isto...
Lançei-me às feras de livre vontade, mas soube sair a tempo de resgatar a vida, que eu achava nao ser a minha. Mas era toda ela, afinal, o que eu queria. Eu fui e vi, mas regressei, porque não sei viver de costas. Não fui capaz de viver com a ausência injustificada, com a rendição de movimentos, com a firmeza das decisões, com passos
que me afastavam cada vez mais da razão, da vontade, da liberdade...QUERO SAIR....Eu fui e vi! Para mim basta saber isso, e perceber que o meu lugar não é aqui!
Saída de mim, nao sou mais do que um mero projectil, que vai onde lhe mandam. Desprendi-me do movimento contínuo, da dor psicológica, para me prender ao incerto e ao prazer fugaz...mas QUERO SAIR!! Continuo a querer sair, porque a dor é a mesma cá fora, mas é insuportável lá dentro!! E eu prefiro vive-la cá fora, onde pertenço, onde ainda me sei encaixar...onde ainda posso esperar por alguma coisa.

"Been there, did not do that"

"Ter a coragem de ir lá...e a cobardia de ficar à porta. Ter a coragem de sair cedo de casa, numa correria doida para chegar, um nó na garganta pelas palavras que me sabia nao iam sair, as borboletas no estomago revoltas de tamanho disparate...e a cobardia de ficar a olhar para as portas de vidro, para as pessoas apressadas numa expectativa da partida...Ter a coragem de sair do autocarro, parar mesmo em frente, e a cobardia de ficar a porta por receio de ser tida como despicienda. Ter tido a coragem de querer fazer e viver agora com a cobardia de quase ter feito."
(citação do blog Leta)

Wednesday, May 21, 2008



"Também dentro de ti a terra acaba e o mar começa.
Lá, onde não tens já poiso firme, e tudo em ti se invade de uma ondulação que desconhecias.
Lá dentro, uma espuma que te confunde. Tu que pisavas com segurança.
Não reconheces já, não sabes, não és. Navegas então em terreno pantanoso. Aberta, indecisa.
Lá, onde o diabo faz o ninho."

Saturday, May 17, 2008

Thursday, May 15, 2008

Alguém que pare o mundo. Quero sair...

Morde-me o coração…
Como eu gostava de ter acesso a ti…
Orgulho cruel!
Só ouvimos rumores um do outro…
Certas horas da vida deviam ser abolidas…
Aborreço-me de esperar pela vida!
O instante…cola-se a nós. Pensamos que ainda estamos lá. É a mente que resiste. É o corpo que bloqueia! É a memória a querer ficar. A capacidade que temos para reter pensamentos que nos fazem mal, de criar jogos mentais que nos manobram…Estou noutro lado, não quero focar a realidade.
Iludo-me tanto na tua inexpressão… No teu olhar de siso.
No meu olhar de cansaço, não sei por onde lutar mais…
Preciso por vezes de sentir aprovação da parte dos outros.
Mas não vejo reacção nenhuma,.
A imensidão de atitudes que poderias ter comigo e escolhes não ter atitude nenhuma! Não consigo perceber. E doi como o caraças! Ser corroida pelo silêncio e pela distância.
Precipitamos acontecimentos que não deviam acontecer…
Precipitamos decisões que não deviam ser tomadas…
Dizemos coisas que não queremos dizer, ultrapassamos o razoável…
E depois voltamos atrás…queremos sair desse balão que se desfaz quando rebenta. Já não queremos estar dentro, queremos apenas ver de fora…Como se faz para sair?

The devil, you + me

Mais um belo disco dos Notwist que está cá fora...para mim, o melhor que eles fizeram

Tuesday, April 29, 2008

Teatro


Mais um post, este para referir algo de muito interessante, como é, uma ida ao teatro. Mas não a qualquer um...tem de ser dos bons :) e este foi uma descoberta surpreendente e muito agradável. Uma companhia de teatro que provavelmente não é muito familiar do público e que dizem , não ser apoiada pelo Ministério da Cultura.
A peça em questão chama-se "As obras completas de William Shakespeare em 97 minutos", uma adaptação de uma peça Norte-americana cujos autores são Jess Borgeson, Adam Long, Daniel Singer; e o teatro de que falo situa-se mesmo na rua em frente à saída do metro da Baixa (Brasileira). Um pouco mais em frente nessa rua encontra-se um edifício de uma arquitectura estranha mas chamativa por isso, que é o Teatro Estúdio Mário Viegas.
Só posso dizer que está peça fará rir mesmo a pessoa mais carrancuda do mundo, mesmo aquela que apresenta mais dívidas às finanças. Garantido! Das poucas coisas que valem realmente a pena gastar uns meros 15 a 20 euros.